Escolas, universidades e centros de formação técnica têm uma característica que os diferencia de outros segmentos: a presença permanente de pessoas que não são colaboradores da operação predial. Alunos transitam pelos corredores enquanto a manutenção acontece; aulas seguem em salas vizinhas a obras; quadras poliesportivas e bibliotecas são usadas no mesmo dia em que fachadas recebem limpeza.
Essa realidade eleva o padrão de controle exigido. A Norma Regulamentadora 35 (NR-35), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), define as condições mínimas para trabalho em altura acima de 2 metros: Análise de Risco (AR), Permissão de Trabalho (PT), equipamentos de proteção individual (EPI) homologados e capacitação periódica da equipe. Na prática, dentro de uma instituição de ensino, isso se traduz em cronograma alinhado ao calendário acadêmico, isolamento de área com sinalização visível e briefing com a gestão predial antes de cada frente de trabalho.
Entregas padronizadas com supervisão dedicada e cobertura completa.
Remoção de sujidade, mofo e biofilme em superfícies verticais e horizontais, com equipe em corda e andaime ou plataforma elevatória.
Desobstrução, impermeabilização e reparo em coberturas com acesso restrito, fora do horário de circulação de alunos sempre que possível.
Verificação de marquises, beirais, fixações de placas e estruturas metálicas, com registro fotográfico e relatório técnico.
Fixação de antenas, câmeras, sistemas de climatização e iluminação de quadras esportivas e auditórios.
Isolamento rigoroso e sinalização visível impedem o acesso de alunos e visitantes às zonas de risco durante a execução.
Agendamento das atividades em períodos de recesso, feriados e horários de baixa circulação, sem prejudicar a grade de aulas.
AR, PT, fichas de EPI, Atestados de Saúde Ocupacional (ASO) e registros de capacitação disponíveis para auditorias do MTE e seguradoras.
Fachadas, coberturas e quadras com alta circulação de alunos menores
Campi com múltiplos blocos, auditórios e laboratórios de grande porte
Galpões, oficinas e infraestrutura de treinamento com acessos especiais
Contratos multi-unidade com padronização de protocolo e reporte centralizado
Estruturas e envoltória
Sistemas técnicos em altura
Áreas de apoio e perímetro
Levantamento das áreas, pontos de ancoragem disponíveis e riscos de cada frente de trabalho
Elaboração da AR e definição dos métodos de acesso, EPIs e sinalização necessários
Escopo detalhado, cronograma alinhado ao calendário da instituição e apresentação comercial
Emissão da Permissão de Trabalho, briefing com a gestão predial e montagem de isolamento
Execução por equipe certificada NR-35, com registro fotográfico e relatório de conclusão
Todos os colaboradores que atuam em altura passam por capacitação periódica e têm ASO atualizado, conforme exige a norma.
O trabalho em altura é integrado a limpeza, manutenção e jardinagem em um único contrato, simplificando a gestão da instituição.


A equipe respeitou cada detalhe do nosso calendário e entregou a documentação completa no mesmo dia da conclusão.Gestão predial da instituição
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