A área de engenharia clínica tem uma grande importância dentro de um estabelecimento de assistência à saúde (EAS), como hospitais, clínicas, laboratórios, entre outros, pois se tratá do setor responsável por manter e gerenciar o parque tecnológico, garantindo que todas as tecnologias utilizadas para o atendimento do paciente funcionem perfeitamente, com qualidade e segurança.
Definição
Engenharia clínica é a disciplina que aplicá e gerência tecnologias médicas em ambientes de saúde, assegurando segurança, eficácia e conformidade regulatória de todos os equipamentos assistenciais.
Principais pontos deste conteúdo
- A engenharia clínica gerência o parque tecnológico de EAS, garantindo funcionamento seguro e conforme de todos os equipamentos assistenciais.
- A equipe emite ARTs, elabora indicadores gerenciais e conduz planos de manutenção preventiva e corretiva com rastreabilidade completa.
- Uma área bem estruturada reduz custos com aquisições indevidas, previne paradas operacionais e sustenta a qualidade do atendimento ao paciente.
- O plano de trabalho deve seguir o RDC/ANVISA no 590/21 e a NBR 15943:2011, tendo como ponto de partida um inventário detalhado dos equipamentos.
- A Guima está presente em mais de 800 unidades de saúde e oferece gestão completa do parque de equipamentos com metodologia própria e certificações ISO.
Não basta tecnologia, é preciso zelar pela vida útil
Um trabalho de excelência na área de engenharia clínica visa organizar todo o parque de equipamentos de forma sistemática. Isso inclui instalar as máquinas assistenciais de saúde e seus acessórios, efetuar e acompanhar, com evidências, os ensaios de aceitação de cada uma delas, e também seus históricos, rastreabilidades e atualizações.
O time responsável pela área zela pela vida útil dos equipamentos médico-hospitalares, realizando atividades gerenciais e estratégicas, além do acompanhamento e análise de intervenções. Também faz parte das atribuições da equipe a emissão de pareceres, justificativas técnicas, relatórios e ARTs, e o apoio na criação de indicadores gerenciais para monitorar os trabalhos de gestão de equipamentos, realizando o acompanhamento on-line e criando planos de ação sempre que necessário, buscando viabilizar os ajustes identificados, bem como o plano de treinamentos.
Outro papel relevante é a avaliação e o apoio na elaboração dos projetos de preparação das condições ambientes, evitando transtornos oriundos de aquisições de equipamentos incompatíveis com o espaço físico e instalações disponíveis.
Recomendação técnica
O histotico de cada equipamento, incluindo ensaios de aceitação, calibrações e intervenções corretivas, deve ser mantido com rastreabilidade completa. Esse registro é exigido por auditoria e sustenta a tomada de decisão sobre renovação do parque.
Os benefícios de uma área de engenharia clínica bem estruturada
A organização de um setor de engenharia clínica permite o controle e redução de custos com aquisições indevidas, por meio da identificação adequada da obsolescência de cada equipamento, além da colaboração na incorporação de novas tecnologias e a preservação dos investimentos nas instituições, bem como evitar paradas em todo o parque, o que pode gerar desperdício de recursos e afetar diretamente a qualidade do atendimento ao paciente.
A identificação da necessidade de conservação e reparo, a implantação de planos de manutenções programadas, tais como calibração, teste de desempenho e análise de segurança, qualificação térmica e validação, garantem a segurança e a eficácia no uso das tecnologias em benefício do paciente. Isso porque todas essas intervenções permitem aprimorar a qualidade dos serviços ofertados pela instituição, reforçando o comprometimento com a missão de atender as necessidades terapêuticas dos usuários e promovendo melhorias de qualidade na assistência.
Atenção
Equipamentos sem manutenção programada aumentam o risco de falhas durante procedimentos críticos. A ausência de registros de calibração e análise de segurança pode gerar autuações da ANVISA e comprometer a acreditação hospitalar.
Conformidade normativa: a base do plano de trabalho
A Guima Conseco propõe um plano de trabalho exclusivo, aderente às necessidades de cada instituição, baseado em metodologias definidas conforme o RDC/ANVISA no 590/21, a NBR 15943:2011 e demais resoluções que determinam critérios para definição e execução das etapas de gerenciamento das tecnologias em saúde.
Exigência normativa
O RDC/ANVISA no 590/21 e a NBR 15943:2011 estabelecem os critérios obrigatórios para o gerenciamento de tecnologias em saúde em estabelecimentos de assistência. O não cumprimento pode resultar em sanções sanitárias e suspensão de atividades.
Além de atender às disposições normativas vigentes, o plano é elaborado com base em um inventário que identifica a quantidade, localização e qualidade dos equipamentos médicos existentes. Esse é o ponto de partida para estabelecer os demais passos da gestão e viabilizar a implantação de um planejamento estratégico de tecnologias.
Expertise ampla em saúde
A Guima Conseco, referência no mercado nacional de facilities, está presente em mais de 800 unidades de saúde em todo o Brasil, com mais de 35 anos de expertise nesse setor e certificações ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001.
A empresa de full facilities management atua com base em rígidos padrões e protocolos de segurança para o desenvolvimento de atividades na área de limpeza e higienização hospitalar, recepção, engenharia de manutenção e engenharia clínica. Ou seja, consegue auxiliar as instituições de saúde de forma ampla e com elevado conhecimento.
A equipe de engenharia clínica da Guima é altamente capacitada para desenvolver atividades para a gestão do parque de equipamentos, controles da manutenção preventiva e corretiva, bem como a execução conforme a estruturá técnica de cada cliente.