Em um cenário em que falamos, o tempo todo, sobre nos mantermos saudáveis, a qualidade do ambiente que trabalhamos e oferecemos aos nossos colaboradores é cada vez mais importante.
Existem outras situações que merecem atenção constante. Hoje a maioria dos ambientes é considerada crítica, devido ao alto nível de sujeira das cidades. Por isso, o controle de pragas é uma ação crucial em empresas dos mais variados segmentos.
Ambientes corporativos sem controle de pragas expõem colaboradores a doenças como dengue, leptospirose e hantavirose, além de colocar estruturas prediais em risco.
A ANVISA exige controle de pragas como condição para o alvará de funcionamento, tornando o serviço uma obrigação legal e não apenas uma boa prática.
O serviço começa com mapeamento do local e combina barreira química, pulverização em quadrantes e porta-iscas, com retorno liberado apenas após oito horas.
A periodicidade varia: semestral em prédios comerciais e trimestral em ambientes críticos como hospitais e cozinhas industriais.
Contratar um prestador certificado, em conformidade com a Portaria CVS09 e com EPIs adequados, é determinante para a validade do laudo e a eficácia do serviço.
Principais pontos deste conteúdo
- Ambientes corporativos sem controle de pragas expõem colaboradores a doenças como dengue, leptospirose e hantavirose, além de colocar estruturas prediais em risco.
- A ANVISA exige controle de pragas como condição para o alvará de funcionamento, tornando o serviço uma obrigação legal e não apenas uma boa prática.
- O serviço começa com mapeamento do local e combina barreira química, pulverização em quadrantes e porta-iscas, com retorno liberado apenas após oito horas.
- A periodicidade varia: semestral em prédios comerciais e trimestral em ambientes críticos como hospitais e cozinhas industriais.
- Contratar um prestador certificado, em conformidade com a Portaria CVS09 e com EPIs adequados, é determinante para a validade do laudo e a eficácia do serviço.
Para que serve o controle de pragas?
Cupins, formigas, baratas, ratos e outras pragas são motivo de preocupação para a maioria das pessoas. Mas, fora o incômodo imediato, é preciso avaliar o impacto que podem trazer às empresas e aos estabelecimentos comerciais quando não controlados adequadamente.
Ao mesmo tempo em que esses animais têm o seu papel na natureza e no ciclo de vida, eles podem causar danos ao patrimônio e oferecer riscos à saúde da população.
Dados do setor
As principais doenças transmitidas por pragas urbanas incluem dengue, leptospirose, hantavirose, febre amarela, hepatite, tifo, zika vírus e malária, além de alergias e choque anafilático provocados por insetos.
Além dos problemas relacionados diretamente à saúde da população, o comprometimento de ambientes e a destruição de estruturas representam outro risco relevante.
Os cupins, por exemplo, geram transtornos e colocam estruturas prediais em risco. Isso resulta em gastos com reformas imprevistas e pode levar a acidentes graves.
Atenção
Infestações não tratadas em ambientes corporativos expõem a empresa a interdições sanitárias, multas e responsabilização civil em caso de doenças contraídas por colaboradores ou clientes nas dependências.
Controle de pragas exige planejamento
Um controle de pragas eficiente deixa qualquer local mais higiênico e ajuda a prevenir doenças. O primeiro passo para iniciar esse tipo de serviço é o mapeamento do local, para identificar os dias e períodos mais adequados para que o controle seja feito com segurança.
A partir disso, medidas complementares são adotadas, como a instalação de telas nas janelas e a checagem dos ralos. Essa etapa é fundamental para manutenção do serviço e para impedir a proliferação de insetos.
Se após o término do serviço aparecer qualquer tipo de praga, o controle deve ser realizado em caráter de emergência. A atenção deve ser ainda maior em áreas críticas, como hospitais, laboratórios, unidades de saúde e serviços de alimentação, sujeitos a regulamentações mais rígidas.
Recomendação técnica
Para o controle, são utilizados serviços de barreira química e pulverização, na parte interna e na externa, executados em quadrantes. Nas áreas externas, são instalados os chamados porta-iscas. A limpeza de caixa d’água é um serviço complementar: um trabalho reforça o outro.
A limpeza de caixa d’água segue a norma CVS011 (Portaria n. 011 de 21 de julho de 2011, que dispõe sobre a vigilância sanitária da qualidade da água para consumo humano nas frentes de trabalho).
Como e quando realizar o controle de pragas
Para a realização desses serviços, a área precisa estar livre de pessoas. O retorno ao local só é permitido após oito horas. No caso de ambientes que não podem ficar isolados por todo esse tempo, é utilizado um tipo de gel totalmente inodoro, colocado nos cantos dos ambientes, em locais estratégicos e não visíveis.
A empresa responsável pelo trabalho deve orientar quanto à melhor periodicidade e à validade do serviço. Em prédios comerciais, o controle ocorre geralmente a cada seis meses. Em cozinhas e hospitais, a validade é menor: três meses.
Exigência normativa
A ANVISA condiciona a autorização e o alvará de funcionamento dos estabelecimentos à realização do controle de pragas. Empresas prestadoras devem estar em conformidade com a Portaria CVS09 (n. 09 de 16 de novembro de 2000), que regulamenta o controle de vetores e pragas urbanas.
A importância de um parceiro especializado
É fundamental contar com prestadores de serviços treinados, inclusive para atuar em altura, pois alguns casos incluem descida em barrancos e esgotos. A utilização de EPIs adequados é obrigatória, mantendo total aderência à norma CVS09.