Pular para o conteúdo

Tipos de Trabalho em Altura: Desafios e Melhores Práticas

Precisa de facilities?

Fale com nossa equipe e receba uma proposta personalizada.

(11) 2066-0077

Índice
Tipos de Trabalho em Altura: Desafios e Melhores Práticas
Índice do Conteúdo

O trabalho em altura e a complexidade inerente a esse tipo de operação exigem uma compreensão abrangente, que inclui diferenciar os tipos existentes, além de conhecer as melhores práticas capazes de garantir a integridade física daqueles que desempenham essas funções.

Neste conteúdo, exploraremos os diversos tipos de trabalho em altura, destacando os desafios específicos enfrentados pelos profissionais envolvidos e identificando as melhores práticas essenciais para mitigar riscos.

Entre os principais tipos de trabalho em altura estão:

  • Pinturas de fachadas;
  • Limpeza de telhados;
  • Construção Civil;
  • Trabalhos realizados em plataformas ou andaimes;
  • Limpeza de chaminés;
  • Montagem e desmontagem de estruturas, pontes e viadutos;
  • Armazenamento em supermercados e galpões;
  • Limpeza de caixas-dagua;
  • Manutenção de Linhas Elétricas e instalação de sistemas de iluminação em grandes estruturas;
  • Podas de árvores em altura;
  • Manutenção e reparo em turbinas eólicas;
  • Trabalhos em linhas de produção em indústrias;
  • Manutenção de estruturas de entretenimento;
  • Trabalhos em torres de petróleo e gás.

Principais pontos deste conteúdo

  • A NR-35 define trabalho em altura como toda atividade acima de 2 metros com risco de queda, tornando obrigatórios planejamento, treinamento e uso de EPIs específicos.
  • Os principais tipos abrangem construção civil, manutenção de fachadas e telhados, torres e antenas, espaços confinados elevados e resgate em altura, cada um com riscos próprios.
  • Os EPIs obrigatórios (cinto paraquedista, talabarte com absorção de energia, capacete e calçado antiderrapante) devem ser selecionados conforme a natureza exata da atividade e inspecionados regularmente.
  • Condições climáticas adversas, como ventos fortes, chuva e raios, exigem monitoramento constante e podem justificar a interrupção imediata das atividades.
  • Além da NR-35, normas internacionais de ISO, OSHA, OIT, ANSI, NFPA, IEC e IPAF complementam as exigências de segurança e devem ser consideradas por empresas que operam em padrões multinacionais.

O que define um trabalho em altura?

O que define um trabalho em altura

O trabalho em altura refere-se a qualquer atividade realizada em locais elevados, onde há o potencial de queda, seja de uma plataforma, escada, andaime, torre ou qualquer outra estruturá.

Entendendo as especificações legais

Essa é a definição oficial apresentada na Norma Regulamentadora 35 (NR-35), que destaca a altura crítica a partir da qual as medidas de segurança específicas precisam ser implementadas.

Contextualização dos riscos associados

Entender o contexto e os riscos associados ao trabalho em altura é fundamental para implementar medidas preventivas e de segurança, assim como para conscientizar os profissionais e empregadores sobre os perigos envolvidos nessa atividade.

Os riscos associados são diversos. A começar pelo fato que os colaboradores podem ficar sujeitos a quedas livres e às condições imprevissiveis em altura, como vento, chuva, superfícies escorregadias e outros elementos.

O uso de andaimes, escadas, plataformas e outros equipamentos para atingir locais elevados aumenta a complexidade e os riscos associados ao trabalho em altura. Sem falar dos erros humanos, causados pela falta de treinamento adequado, pela negligência no uso de equipamentos de segurança e pelo desconhecimento das práticas seguras.

Principais tipos de trabalho em altura

Principais tipos de trabalho em altura

O trabalho em altura abrange uma ampla gama de cenários e atividades em diversos setores.

  • Construção Civil: em obras de construção, colaboradores frequentemente realizam atividades em altura, como montagem e desmontagem de andaimes, instalação de estruturas e coberturas, bem como pintura de fachadas.
  • Manutenção de Infraestruturas: a manutenção de torres de telecomunicações, postes elétricos, linhas de transmissão e estruturas metálicas envolve trabalho em altura para inspeções, reparos e instalação de equipamentos.
  • Limpeza e Pintura de Fachadas: profissionais que realizam a limpeza de fachadas de edifícios ou a pintura externa estão frequentemente expostos a riscos significativos de queda.
  • Resgate em Altura: as equipes de resgate em altura enfrentam a necessidade de operar em ambientes elevados para resgatar colaboradores em emergências.
  • Espaços Confinados em Altura: algumas atividades em altura ocorrem em espaços confinados, como silos ou tanques elevados, onde a combinação de altura e confinamento apresenta desafios adicionais.
  • Manutenção de Equipamentos: a manutenção de equipamentos em plataformas elevadas, como maquinaria industrial, requer cuidados especiais para garantir a segurança dos colaboradores.
  • Agricultura: em setores agrícolas, a poda de árvores frutíferas, a instalação de sistemas de irrigação elevados e outras atividades exigem trabalho em altura.
  • Atividades de Construção Naval: construção e manutenção de navios frequentemente envolvem tarefas em altura, como reparos em mastros e superestruturas.
  • Trabalho em Telhados: instalação, manutenção e reparo de telhados em diversos ambientes, incluindo residencial, comercial e industrial.
  • Trabalhos em Pontes e Viadutos: inspeções, reparos e construção de pontes e viadutos demandam trabalho em altura para acessar diferentes partes das estruturas.
  • Atividades Recreativas e Esportivas: instrutores e praticantes de atividades como escalada, alpinismo e trabalhos em parques de aventura também estão envolvidos em trabalho em altura.

Construção civil e montagem estrutural

A construção civil e a montagem estrutural representam cenários particulares do trabalho em altura, apresentando riscos específicos associados a essas atividades.

Quedas de altura, instabilidade de andaimes, queda de materiais e ferramentas, riscos de colisão, exposição a condições climáticas adversas, furos e aberturas em pisos, entre outros.

Atenção

Em obras de construção civil, a combinação de múltiplos colaboradores operando em diferentes níveis ao mesmo tempo amplia o risco de queda de objetos e colisões. O uso de redes de proteção coletiva é o isolamento de áreas de circulação são medidas indispensáveis, não opcionais.

Manutenção de edifícios e fachadas

As atividades de manutenção em edifícios altos são essenciais para preservar a integridade estrutural, funcional e estética dessas construções. Essas tarefas geralmente envolvem trabalhos em altura, apresentando desafios específicos.

É o caso da limpeza regular e da realização de reparos em fachadas, que, em edifícios altos, requerem muitas vezes o uso de andaimes suspensos, gôndolas ou até mesmo alpinistas industriais para alcançar áreas de difícil acesso.

Também estão entre os tipos de trabalho em altura a aplicação de pintura ou revestimentos protetores e substituição de vidros e janelas, que utilizam equipamentos como guindastes ou plataformas elevatórias.

Além disso, precisam ser incluídos nessa lista a manutenção de sistemas prediais, como sistemas de ventilação, ar-condicionado, antenas e dispositivos de segurança.

Trabalhos em torres e antenas

Fora a dificuldade de acesso, o espaço muitas vezes limitado também torná o manuseio de equipamentos e a movimentação dos colaboradores mais desafiadores.

Pela altura extrema, subir e descer torres altas é uma tarefa complexa que exige o uso de sistemas de acesso, como escadas fixas ou sistemas de cordas. As condições meteorológicas, como vento forte e chuva, podem criar ambientes desafiadores para colaboradores em torres de comunicação, aumentando o risco de acidentes e impactando a visibilidade e a estabilidade.

Além disso, antenas ativas em torres de comunicação emitem radiações que podem representar riscos para a saúde dos colaboradores se não forem devidamente controladas e monitoradas.

Desafios associados a cada tipo de trabalho

O trabalho em altura apresenta desafios significativos, independentemente do contexto específico em que é realizado. Esses aspectos não apenas ressaltam a complexidade da execução de tarefas em elevações consideráveis, mas também destacam a importância crucial de medidas de segurança.

Variabilidade das condições meteorológicas

As condições climáticas têm um impacto significativo no trabalho em altura, podendo afetar tanto a segurança quanto a eficiência das operações.

Ventos fortes são uma preocupação significativa, pois podem desequilibrar colaboradores, aumentar a dificuldade no manuseio de equipamentos e comprometer a estabilidade de andaimes ou outras estruturas elevadas.

A chuva, assim como raios e tempestades, e a neblina também trazem contratempos, que vão desde superfícies escorregadias, passando por dificuldades na identificação de perigos e na coordenação por falta de visibilidade, até descargas elétricas.

No que diz respeito à temperatura, as oscilações podem afetar a saúde e o desempenho dos colaboradores. A exposição prolongada ao calor pode levar à desidratação e exaustão, enquanto o frio extremo pode aumentar o risco de hipotermia.

Para mitigar os efeitos adversos do clima no trabalho em altura, é fundamental adotar medidas preventivas e de segurança, tais como:

  • Monitoramento constante das condições meteorológicas.
  • Suspensão temporária das atividades em caso de condições climáticas perigosas.
  • Uso de EPIs adequados para proteção contra elementos climáticos.
  • Treinamento específico para lidar com condições climáticas adversas.
  • Implementação de práticas de resgate em caso de emergências relacionadas ao clima.

Equipamentos e ferramentas específicas para cada atividade

A escolha e a utilização do equipamento correto são fundamentais para garantir a segurança e a eficácia das atividades realizadas em altura. O uso inadequado ou a seleção equivocada de equipamentos podem aumentar significativamente os riscos de acidentes e lesões.

Equipamentos de proteção contra quedas, como cintos de segurança, arneses e sistemas de ancoragem, são essenciais para prevenir quedas e minimizar os danos em caso de acidentes. A escolha correta desses equipamentos depende da natureza específica da atividade em altura.

Importante ainda ressaltar que, ao trabalhar em andaimes ou plataformas elevadas, é crucial utilizar estruturas que estejam consoantes às normas de segurança, garantindo estabilidade e capacidade de carga adequada. Isso inclui grades de proteção, rodapés e travamentos apropriados.

Diferentes tipos de escadas são projetadas para finalidades específicas, e a escolha correta depende da altura a ser alcançada e da natureza da tarefa. Equipamentos de resgates, como sistemas de descida controlada, cordas, polias e dispositivos de resgate específicos, e a utilização de ancoragens adequadas são essenciais para garantir a segurança dos colaboradores.

Além disso, tarefas específicas podem exigir equipamentos especializados, como ferramentas antifaiscantes em ambientes explosivos, óculos de proteção, capacetes e luvas apropriados para o trabalho em altura.

Treinamento e capacitação constante dos profissionais

O treinamento contínuo é crucial por diversas razões no contexto do trabalho em altura. Em primeiro lugar, proporciona a atualização das habilidades dos colaboradores, permitindo-lhes familiarizar-se com práticas mais recentes e eficientes. Além disso, o treinamento constante assegura que todos estejam cientes e aptos a utilizar as mais recentes tecnologias de segurança em altura, acompanhando os avances tecnológicos.

A adaptação a novas regulamentações também é facilitada, garantindo conformidade com as exigências mais recentes. Outro benefício é a identificação e mitigação contínua de riscos associados ao trabalho em altura, com foco na cultura de segurança.

O treinamento regular aprimora as competências de resgate e promove aprendizado a partir de experiências passadas, fomentando uma abordagem proativa para a segurança. Além disso, contribui para a conscientização pessoal sobre a importância da segurança e auxilia no cumprimento de exigências contratuais e certificações específicas do setor.

Recomendação técnica

O treinamento previsto na NR-35 deve ser renovado sempre que houver mudança de procedimentos, troca de equipamentos ou retorno após afastamento. Não basta cumprir o ciclo mínimo: a capacitação contínua reduz erros operacionais e reforeca a cultura preventiva entre os colaboradores.

Equipamentos de proteção individual (EPI) para trabalho em altura

Equipamentos de proteção individual (EPI) para trabalho em altura

Cada tipo de atividade em altura demanda EPIs específicos. Isso pode incluir capacetes, luvas, calçados com solas antiderrapantes, óculos de proteção e roupas resistentes a chamas, dependendo das condições e dos riscos envolvidos.

A importância dos EPIs no trabalho em altura reside na sua capacidade de oferecer proteção individual contra quedas, impactos, lesões e outros perigos. A seleção, o uso adequado e a manutenção dos EPIs são elementos essenciais para garantir a eficácia desses equipamentos na redução de riscos e na promoção da segurança no trabalho em altura.

Cintos de segurança e talabartes

Os cintos de segurança são projetados para serem fixados ao redor da cintura do colaborador, fornecendo um ponto de ancoragem seguro para a conexão de talabartes ou outros dispositivos de retenção.

Já os talabartes são cabos flexíveis ou fitas que conectam o cinto de segurança ao ponto de ancoragem, permitindo que os colaboradores se movam de maneira controlada e segura em alturas elevadas.

Sua principal função é absorver energia em caso de queda, reduzindo a força de impacto no corpo do colaborador. Existem diferentes tipos de talabartes, incluindo talabartes de posicionamento, talabartes de restrição e talabartes de absorção de energia, cada um projetado para aplicações específicas.

São as vestimentas adequadas que protegem contra impactos no trabalho em altura. Roupas apropriadas resistem a condições climáticas adversas, proporcionando conforto e proteção. Em certas situações, a vestimenta pode incluir materiais resistentes a produtos químicos, protegendo contra substâncias perigosas, e também contra descargas elétricas.

A necessidade de equilibrar proteção, respirabilidade e conforto é considerada no design das vestimentas para garantir eficiência nas tarefas. O ajuste correto e a fixação adequada evitam engates em equipamentos e garantem mobilidade, bem como as cores vibrantes asseguram maior visibilidade e, consequentemente, segurança.

Definição

Talabarte: componente do sistema de proteção contra quedas que conecta o arnês ao ponto de ancoragem. Os modelos com absorção de energia limitam a força de choque ao corpo do colaborador a no máximo 6 kN, conforme exigido pelas normas técnicas brasileiras (ABNT NBR 15834).

Sistemas de ancoragem e linhas de vida

Os sistemas de ancoragem são cruciais para assegurar a estabilidade e segurança dos colaboradores em altura, fornecendo pontos de fixação para conectar cintos e talabartes. Podem ser permanentes, instalados em estruturas fixas, ou temporários, montados conforme for necessário. Esses sistemas devem suportar a carga de queda e absorver a energia gerada durante uma queda.

Já as linhas de vida, componentes essenciais, incluem tipos como horizontal (para superfícies horizontais), vertical (para superfícies verticais), retrátil (com mobilidade controlada) e fixa (instalada permanentemente).

Serviço especializado

Equipe certificada para trabalhos em altura com gestão completa de EPI e NR-35

Melhores práticas e recomendações

Garantir a segurança no trabalho em altura é uma prioridade fundamental para proteger a integridade dos colaboradores e prevenir acidentes graves em todas as etapas, desde a avaliação de risco, até treinamentos e uso correto de equipamentos e diretrizes.

Além disso, é preciso monitorar e suspender atividades durante condições climáticas adversas, planejar cuidadosamente todas as atividades em altura e promover uma cultura de segurança.

Planejamento e análise de risco pré-trabalho

O planejamento pré-trabalho é crucial para garantir a segurança e eficácia das atividades em altura. Essa prática permite a identificação cuidadosa de riscos associados, facilitando a implementação de medidas preventivas.

Nessa etapa, é possível determinar os equipamentos necessários, estabelecer procedimentos operacionais claros, identificar necessidades de treinamento específico e desenvolver estratégias de resposta a emergências.

Além disso, o planejamento assegura conformidade com normas de segurança, contribui para a eficiência operacional e promove uma cultura onde a segurança é prioritária. Ao antecipar e mitigar riscos, o planejamento pré-trabalho previne acidentes, protegendo a saúde e o bem-estar dos colaboradores.

Inspeção regular de equipamentos e ferramentas

Equipamentos desgastados, danificados ou inadequadamente mantidos podem comprometer a eficácia dos sistemas de segurança, aumentando os riscos de acidentes.

Realizar inspeções periódicas permite identificar e corrigir potenciais problemas antes que se tornem ameaças à integridade física dos colaboradores. Além disso, a manutenção adequada dos equipamentos prolonga sua vida útil, assegurando que estejam conforme com os padrões de segurança mais recentes.

Quem regula o trabalho em altura no Brasil e no mundo?

Além da Norma Regulamentadora 35 (NR-35), que rege o trabalho em altura no Brasil, organizações internacionais também estabelecem padrões rigorosos, visando à segurança ocupacional.

É essencial que empresas e profissionais estejam cientes dessas normativas e sigam suas diretrizes para garantir a conformidade legal.

NR-35 e suas diretrizes

A Norma Regulamentadora 35 (NR-35) é uma legislação brasileira que estipula requisitos e medidas de proteção para o trabalho em altura.

A NR-35 requer planejamento prévio, análise de risco, treinamento teórico e prático, uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e preferência por medidas de proteção coletiva. É ela que estabelecê requisitos para sistemas de ancoragem e linhas de vida, supervisionamento qualificado, procedimentos específicos de resgate, comunicação eficaz e elaboração de documentação detalhada, incluindo plano de trabalho, registros de treinamento e análises de risco.

Organizações e entidades que estabelecem padrões internacionais

No contexto de trabalho em altura, várias organizações e entidades estabelecem padrões internacionais para garantir a segurança dos colaboradores. Algumas das principais incluem:

  • ISO (International Organization for Standardization): contribui com padrões específicos para equipamentos e práticas seguras no trabalho em altura.
  • OSHA (Occupational Safety and Health Administration): embora seja uma agência dos Estados Unidos, as normas da OSHA frequentemente influenciam padrões internacionais de segurança no trabalho em altura.
  • OIT (International Labour Organization): agência da ONU que promove padrões internacionais de trabalho, incluindo atividades em altura.
  • ANSI (American National Standards Institute): desenvolvê padrões que, embora inicialmente focados nos Estados Unidos, são frequentemente reconhecidos internacionalmente.
  • NFPA (National Fire Protection Association): desenvolvê códigos e padrões, incluindo aqueles relacionados à segurança em alturas, particularmente em situações de resgate.
  • IEC (International Electrotechnical Commission): estabelecê padrões relacionados à segurança elétrica em trabalhos em altura.
  • IPAF (International Powered Access Federation): oferece diretrizes e treinamento internacionalmente reconhecidos para o uso seguro de plataformas elevatórias e equipamentos similares.

Conclusão

A importância da segurança no trabalho em altura está intrinsecamente ligada à preservação da vida e ao bem-estar dos colaboradores.

A adoção das melhores práticas é fundamental para mitigar os riscos, mas é preciso lembrar que prevenir acidentes não é apenas uma responsabilidade individual, e sim uma obrigação coletiva. Por isso, a cultura de segurança deve ser cultivada em todos os níveis da organização.

Ao adotarmos práticas seguras e garantirmos o uso apropriado de EPIs, não apenas protegemos a integridade física dos colaboradores, mas também criamos ambientes de trabalho mais produtivos e confiáveis.

A segurança é um investimento no presente e no futuro, garantindo que cada pessoa retorne para casa em segurança no final do dia.

Perguntas frequentes

O que e considerado trabalho em altura pela legislação brasileira?
Pela NR-35, qualquer atividade executada acima de 2 metros do nível inferior onde haja risco de queda e considerada trabalho em altura. A partir desse limiar, tornam-se obrigatórios o planejamento prévio, a análise de risco, o uso de EPIs específicos é o treinamento dos colaboradores envolvidos.
Quais são os principais tipos de EPI exigidos para trabalho em altura?
Os EPIs básicos incluem cinto paraquedista (arnês), talabarte com absorção de energia, capacete com jugular, calçado antiderrapante e óculos de proteção. Dependendo da atividade, podem ser adicionados luvas, roupas resistentes a chamas, proteção auditiva e vestimentas contra agentes químicos ou elétricos.
Com que frequência os colaboradores precisam ser treinados conforme a NR-35?
A NR-35 exige treinamento inicial antes da primeira atividade em altura é reciclagem periódica, ou sempre que ocorrer mudança de procedimentos, troca de equipamentos, retorno após afastamento ou quando o supervisor identificar necessidade. O treinamento deve ter carga horária mínima de 8 horas e incluir parte teórica e prática.
Qual a diferença entre talabarte de posicionamento e talabarte de absorção de energia?
O talabarte de posicionamento e usado para manter o colaborador em uma posição fixa durante o trabalho, sem prever queda livre. Já o talabarte de absorção de energia conta com um dissipador que limita a força de choque ao corpo em caso de queda, sendo obrigatório quando há risco de queda livre. A escolha depende do tipo de atividade e do sistema de ancoragem disponível.
Quais condições climáticas justificam à interrupção do trabalho em altura?
Ventos acima dos limites de segurança definidos no plano de trabalho, raios e tempestades elétricas, chuva que torne as superfícies escorregadias ou prejudique a visibilidade e temperaturas extremas que comprometam a capacidade física dos colaboradores são condições que justificam à interrupção imediata. A decisão deve ser tomada pelo responsável técnico com base no plano de emergência pré-definido.
O que é uma linha de vida e quando é obrigatória?
Linha de vida e um cabo ou trilho (horizontal, vertical, retrátil ou fixo) ao qual o colaborador conecta seu talabarte, garantindo mobilidade segura sem se desancorar. É obrigatória sempre que o colaborador precisar se deslocar horizontalmente ou verticalmente em superfícies com risco de queda, especialmente em telhados, fachadas e torres. Deve ser dimensionada e instalada por profissional habilitado.
Empresas terceirizadas de facilities precisam seguir a NR-35?
Sim. A NR-35 se aplicá a todos os empregadores e colaboradores, independentemente do vínculo contratual. Empresas contratantes são solidariamente responsáveis por garantir que prestadores de serviço atendam as exigências normativas, incluindo treinamento, uso de EPIs e elaboração do plano de trabalho antes de qualquer atividade em altura em suas instalações.

Conteúdos relacionados

Continue explorando

Guima Conseco

Converse com nossa equipe sobre facilities

Solicite uma proposta personalizada. Nossos especialistas estão prontos para ajudar.

Equipe reunida para qualificação e seleção de fornecedores em facilities
Ao informar seus dados você concorda com nossa Política de Privacidade.

A Guima Conseco se preocupa com você e sua privacidade

O nosso site usa cookies e outras tecnologias para personalizar a sua experiência e compreender como você e os outros visitantes usam o nosso site.
Ao navegar pelo site, coletaremos tais informações para utilizá-las com estas finalidades. Em caso de dúvidas, acesse nossa Política de Privacidade.

Aceito