Hospitais, clínicas, laboratórios e centros de diagnóstico operam com população vulnerável em circulação constante. Nesse cenário, a limpeza não é conservação predial: é barreira ativa contra as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), que representam risco real para pacientes internados e para os profissionais que os assistem.
A RDC n° 222/2018 da Anvisa classifica os ambientes em críticos, semicríticos e não críticos e define frequência, técnica e produto adequados a cada um. Cumprir essa norma demanda treinamento contínuo, rastreabilidade por área e integração com a CCIH da instituição.
Entregas padronizadas com supervisão dedicada e cobertura completa.
UTIs, centros cirúrgicos, salas de parto e isolamentos com protocolo de limpeza terminal e concorrente de alta frequência.
Enfermarias, ambulatórios e laboratórios com rotinas adequadas ao fluxo de pacientes e ao risco de contaminação cruzada.
Administração, corredores, recepção e vestiários com limpeza de conservação alinhada ao padrão estético e sanitário da instituição.
Segregação, acondicionamento e transporte interno de resíduos de serviços de saúde conforme a RDC n° 222/2018.
Protocolos de limpeza terminal e desinfecção por área que atuam diretamente na cadeia de transmissão de microrganismos.
Registros organizados e rastreabilidade que sustentam processos de certificação e auditorias da CCIH.
Banco de colaboradores, cobertura de ausências e supervisão in loco que eliminam lacunas operacionais.
Alta complexidade, múltiplas áreas críticas e fluxo intenso
Atendimento ambulatorial com padrão sanitário rigoroso
Ambientes controlados com risco biológico
Armazenamento de insumos com controle de contaminação
Áreas críticas (alta complexidade)
Áreas semicríticas (risco intermediário)
Áreas não críticas e apoio
Mapeamento de áreas por classe de risco e levantamento de metragem, fluxo e sazonalidade
Definição de técnicas, frequências, produtos e dotação de colaboradores por área
Escopo detalhado, SLA por área crítica e apresentação ao comitê de decisão
Integração com CCIH, treinamento dos colaboradores e adequação ao manual de higienização da instituição
Supervisão periódica, indicadores de conformidade e revisão de protocolos com a gestão da unidade
ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (ambiental) e ISO 45001 (saúde e segurança ocupacional) aplicadas às operações de limpeza hospitalar.
Integração da limpeza com manutenção predial, controle de pragas e outros serviços em um único contrato e uma única gestão.


O nível de organização da documentação e a integração com a nossa CCIH mudaram a forma como chegamos nas auditorias.Gestão de qualidade e segurança do paciente
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